terça-feira, 1 de maio de 2012

Cavalo


Esses animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Seu tempo de vida varia de 25 a 40 anos. O cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XX, exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais.

(a foto da pintura saiu uma bosta) 

tentativa meio frustrada de tridimensionalizar psicodelicamente

terça-feira, 27 de março de 2012

hiena

    
Apesar de serem caçadores eficientes, grande parte da alimentação das hienas é à base de carcaças que encontram ou que roubam a outros carnívoros. As hienas não são corredoras de velocidade, mas são resistentes e podem perseguir uma presa ao longo de vários quilómetros.
   
A hiena produz um som parecido com o de uma risada.
    
Suas sociedades são dominadas pelas fêmeas, o que não é comum entre mamíferos, e as fêmeas têm níveis de agressividade muito altos, gerando hormônios masculinos, o que de fato interfere na procriação. Até as crias são muito agressivas e é comum matarem-se umas as outras. As hienas nascem com os olhos abertos e os dentes inteiramente formados.

As hienas são conhecidas por caçar e se alimentar de suas presas vivas sem as matarem.

sexta-feira, 23 de março de 2012

para o blog de gigito

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blog: http://quandoentrarfechaaporta.blogspot.com.br/

Imagem que criei para servir de visual para as estripulias musicais de Gigito.

Apenas o desenho representando ele foi feito completamente pelas minhas mãos, fazendo alusão às xilogravuras nordestinas. O restante foi montagem e modificação de outras xilogravuras feitas por outros artistas...

pendurado


quarta-feira, 21 de março de 2012

maurício


Essa pintura deveria ter saido mais intensa, já que são tão intensas as palavras dele.

segunda-feira, 19 de março de 2012

lobo

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É de hábitos noturnos e evita o homem. Pais e crias constituem a unidade básica do grupo, que se estabelece em um território e o defende marcando-o com urina e fezes.
O lobo emite um uivo muito peculiar, que é mais fácil de ser ouvido durante o acasalamento, no inverno.

urubú


Como alimentam-se de carne em estado de putrefação, são extremamente importantes para o equilíbrio ecológico, pois evitam a disseminação de doenças.
É uma ave de hábitos diurnos.

sexta-feira, 16 de março de 2012

társio


... os nativos da Indonésia e das Filipinas atribuem-lhe poderes sobrenaturais.
... Mas é exigente: em cativeiro, nunca aceita uma fruta que tenha sido mordida por outro animal, nem restos de comida.

domingo, 11 de março de 2012

2 girls




Devo dizer que pintar mulheres exige mais de minha delicadeza, e sendo minha pincelada um tanto nervosa, tive que acalmar um pouco meu sistema nervoso. Afinal, essas duas são extremamente gatas, e qualquer exagero pode ser destrutivo.
Senhoras retratadas aqui, se vocês não gostaram das pinturas e querem que seus rostos sejam removidos do meu blog, sinto muito, pois a pintura é minha e só deleto se me vencerem num processo judicial.

domingo, 4 de março de 2012

da instabilidade




Quão bobos são os otimistas do existencialismo
Quão covardes são os pessimistas

Quão perdidos os pensadores
eternamente instáveis

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Gigito

 
O rosto deveria ser mais sério e indiferente, mas como é de prazer dele contrariar, um mínimo sorriso apareceu.
Ele não é uma puta, ele é um provocador !! (para quem já assistiu ao filme "O bom coração")

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Auto retrato

AUTO RETRATO

Independente se estejam parecidos ou não com o autor, auto retratos são as representações menos auto retrativas.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Conjunto de trechos

"Como milhares de seus semelhantes, fazia da idéia de que o caminho da morte estava pronto para ele a qualquer momento, não uma quimera juvenil e melancólica, mas antes encontrava nesse pensamento um apoio e um consolo. É verdade que nele, como em todos os homens de sua espécie, cada comoção, cada dor, cada desesperada situação da vida, despertava imediatamente o desejo de livra-se de tudo por meio da morte. Mas, pouco a pouco, foi transformando em seu interior essa tendência numa filosofia que era, na verdade, propensa à vida. A profunda convicção de que aquela saída de emergência estava constantemente aberta lhe dava forças, fazia-o sentir a curiosidade de provar seu sentimento até às últimas instâncias."

"Muitos o estimaram por ser uma pessoa inteligente, refinada e arguta, e mostraram-se horrorizados e desapontados quando descobriram o lobo que morava nele. E assim tinha de ser pois Harry, como toda pessoa sensível, queria ser amado como um todo e, portanto, era exatamente com aqueles cujo amor lhe era mais precioso que ele não podia de maneira alguma encobrir ou perjurar o lobo. Havia outros, todavia, que amavam nele exatamente o lobo, o livre, o selvagem, o indômito, o perigoso e o forte, e estes achavam profundamente decepcionante e deplorável quando o selvagem e perverso se transformava em homem, e mostrava anseios de bondade e refinamento, gostava de ouvir Mozart, de ler poesia e acalentar ideais humanos."

O Lobo da Estepe
Hermann Hesse



"Certa noite, voltando para casa das minhas perambulações pela cidade, bêbado de cair, tive a sensação de que o gato evitava a minha presença. Agarrei-o e então, assustado com a minha violência, o animal produziu na minha mão, com os dentes, um leve ferimento. Em um segundo, fui invadido por uma fúria demoníaca. Já não me reconhecia. Era como se minha alma original tivesse sido arrancada de repente do corpo e uma maldade pior que infernal, alimentada pelo gim, permeasse cada fibra do meu ser. Tirei do bolso um canivete, abri, agarrei o bicho pelo pescoço e, deliberadamente, fiz seu olho saltar da órbita. (…)
Com o passar do tempo, contudo, o gato sarou. É certo que a órbita vazia tinha um aspecto pavoroso, mas o animal não parecia sofrer mais nenhuma dor. Girava pela casa como sempre, porém, como era de se esperar, fugia apavorado assim que me via. Ainda me sobrava muito do antigo coração para que me sentisse, de início, pesaroso com aquela repulsa evidente por parte de uma criatura que tanto me amara. Logo, porém, tal sentimento foi substituído por uma viva irritação. E por fim, apossou-se de mim, para mergulhar-me de modo definitivo e irrevogável, no espírito da PERVERSIDADE. Desse espírito, a filosofia não trata. No entanto, estou certo de que minha alma vive, de que a perversidade é um dos impulsos mais primitivos do coração humano, uma das faculdades ou sentimentos primários não analisáveis que dirigem o caráter do Homem.
(…) Era este insondável anélito da alma de torturar-se a si mesma, de violentar a sua própria natureza, de fazer o mal tão somente por amor do mal, que me instigava a continuar e, por fim, a consumar a violência perpetrada contra o inocente animal. Uma manhã, a sangue frio, passei-lhe um laço pelo pescoço e enforquei-o no galho de uma árvore; enforquei-o com lágrimas  a me brotar dos olhos e com o mais amargo remorso no coração; enforquei-o porque sabia que me tinha amado e porque sentia que nunca tinha me dado nenhum motivo de ofensa; enforquei-o porque sabia que fazendo isso cometia um pecado."

Edgar Allan Poe
O gato preto (1839)




"Mas eu, que não fui moldado para jogos ou brincos amorosos, nem feito para cortejar um espelho enamorado; eu que rudemente sou o marcado, e que não tenho a majestade do amor para pavonear-me diante de uma musa furtiva e viciosa; eu, que privado sou da harmoniosa perfeição, erro de formação, obra da natureza enganadora, disforme, inacabado, lançado antes do tempo para este mundo que respira, quando muito meio feito, e de tal modo imperfeito e tão fora de estação que os cães ladram quando passo, coxeando, perto deles. Pois eu, neste mole e ocioso tempo de paz, não tenho para passar o tempo outro deleite senão contemplar minha sombra ao sol e cantar minha própria deformidade. E assim, já que não posso ser amante e gozar estes dias de práticas suaves, estou decidido a ser um vilão feroz e odiar os prazeres destes dias. "

William Shakespare
Ricardo III, I, 1 (1597)



"Cozinha-se o pão: aqui e ali esse pão racha. Pois bem, essas rachaduras se formam de um modo que não tem nada a ver com a arte do padeiro mas, em certo sentido, ficam muito bem e,  sobretudo, estimulam intensamente o desejo pelo alimento. Da mesma forma, também os figos se partem quando estão bem maduros. Observemos, aliás, as azeitonas que chegaram à maturidade completa: é justamente aquele aspecto tão próximo da corrupção que dá ao fruto uma beleza particular. De resto, as espigas quando se inclinam para a terra; (…) a baba que escorre da boca dos javalis e ainda um sem-número de exemplos, quando considerados em si mesmos, são distantes da beleza, porém, pelo fato mesmo de acompanharem uma ordem da natureza, acrescentam-lhe ornamento e deleite. Portanto, se uma pessoa dispõe de compreensão e simpatia pelos fenômenos da natureza, podeverá ver que qualquer coisa, ainda que seja consequência acidental de outros eventos, é boa, mesmo que se cumpra segundo um ritmo de graça que lhe é próprio."

Não há feiura na natureza
Marco Aurélio (séc. II)
Meditações, III, 2
 
 
 
“Na Natureza, as coisas mudam para não mudar. De um modo ou de outro, tudo que ocorre é uma busca pelo equilíbrio: um sistema em equilíbrio, onde atrações e repulsões estão balanceadas, não muda. Mesmo que sofra flutuações locais, mudando um pouquinho aqui e ali, em média permanece o mesmo. (Como a temperatura da água numa banheira, por exemplo, que não é exatamente a mesma em todos os lugares.) Você pode ficar irrequieto quando estiver lendo este livro, mas a menos que decida se levantar, ficará no mesmo lugar, pois o seu ponto de equilíbrio é a sua cadeira. Mais precisamente, um sistema em equilíbrio estável é imune a pequenos distúrbios: quando pertubado, retorna sempre a sua posuição estável. (Com a ajuda da fricção. Caso contrário, continuaria a oscilar em torno da posição de equilíbrio indefinidamente.) Imagine uma bola de gude oscilando no fundo de uma sopeira. Após um tempo, a bola irá parar no fundo da sopeira, seu ponto de equilíbrio.
Já no caso de uma situação que envolve um estado de equilíbrio instável, a coisa é bem diferente: pequenos distúrbios podem causar grandes mudanças. Se a bola de gude estiver no topo de um escorrega, com o menor toque irá rolar para longe. Também é possível induzir mudanças quando forçamos um sistema em equilíbrio a ficar fora de equilíbrio. Por exemplo, se jogarmos um balde de água fria numa banheira quente, a temperatura da água irá cair, até chegar a um novo ponto de equilíbrio. Em ambos os casos, começando em uma situação de equilíbrio instável ou forçando um sistema em equilíbrio a uma situação fora de equilíbrio, é o desequilíbrio que leva a mudanças. Alguns sistemas, como o clima da Terra ou o mercado de capitais, estão sempre fora de equilíbrio: o clima está sempre mudando, e os valores das ações estão sempre mudando, criando e destruindo riqueza. Seres vivos também são sistemas em permanente desequilíbrio. Para continuar a viver, organismos precisam absorver nutrientes e energia do ambiente externo, descartando os seus degradados. Para a vida, equilíbrio é sinônimo de morte.”



“(…)Não é a simetria e a perfeição que deveriam estar nos guiando, como fizeram por milênios. Não precisamos buscar a mente de Deus na Natureza e expressá-la através de equações. A ciência que criamos é apenas isso, nossa criação. Mesmo que maravilhosa, será sempre limitada pelo que podemos conhecer do mundo. E como nunca poderemos conhecer tudo o que existe, nossa ciência será sempre incompleta. Podemos buscar descrições unificadas de fenômenos naturais e, no caminho, até encontrar algumas unificações parciais. Mas não devemos jamais esquecer que uma unificação final está fora de nosso alcance. Como um peixe, que não consegue conceber a totalidade do oceano, não somos capazes de conceber a totalidade da Natureza. A noção de que existe uma estrutura hipermatemática que determina tudo o que existe no cosmo é uma ilusão platônica (e spinoziana) que não tem qualquer relação com a realidade. É uma tentativa de encontrar Deus, mesmo que metaforicamente, através da lente da ciência.
Mesmo que através da nossa inventividade, tenhamos aprendido tanto sobre o mundo, nossa descrição da realidade será sempre uma obra inacabada. Querer aprender sempre mais reflete a nossa curiosidade. Acreditar poder saber tudo reflete apenas uma ilusão”

Criação IMperfeita – Cosmo, Vida e o Código Oculto da Natureza
Marcelo Gleiser
 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sejam bem vindos ao meu novo blog

Olá fãs, paga-paus, paqueras, odiadores, indiferentes, curiosos e mamãe ao meu novo blog.

A partir de agora, estou decidido a postar apenas coisas sérias, pois não sou mais adolescente.

Espero que virem meus seguidores, e estejam sempre comentando os meus posts que falarão sobre minha concepção artística, minhas filosofias, minhas artes e as dos outros, minhas músicas, análises científicas, e às vezes sobre magia também.

O blog anterior arturrios.wordpress.com foi abandonado. É uma pena, pois a expressão "wordpress" no endereço deixa bem chique. Blogspot tá muito na modinha.

Abraço, voltem sempre

Artur Rios